Mostrando postagens com marcador Futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Futebol. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de julho de 2010

2014 - O Brasil é logo ali!

Nem a bandeira do Flamengo ao fundo ajudou o Brasil no MATA-MATA!



Pois é pessoas, a Copa do Mundo acabou para o Brasil.

Foi muito triste para mim, mas, ao ver meu irmãozinho chorando desesperadamente depois do segundo gol da Holanda, me senti mais tranquilo, pois tive que acalmá-lo.

Eu sei o que ele está sentindo, pois isto já aconteceu comigo. A prepotência brasileira ao se falar de futebol é tão grande que não entra na nossa cabeça que o Brasil pode simplesmente perder. Isso mesmo, nós não somos imabatíveis.

É óbvio que o Dunga foi muito imcompetente em diversos sentidos, exagerado em milhões de maneiras, grosseiro em todo o tempo que esteve no cargo de treinador, mas não podemos esquecer que ainda existirão muitas Copas e o Brasil com certeza não vai ganhar todas...não adianta bater, chorar e gritar.

Lições desta seleção brasileira:

1. Ser cristão e ter Deus no coração não quer dizer que você não erre, não perca ou não fale palavrão.
2. Colocar um jogador dissimulado mentalmente (Felipe Melo), por melhor que ele seja, é um risco que deve ser evitado. No caso do Felipe Melo, a frase "por melhor que ele seja" não pode ser aplicada.
3. É óbvio que um líder tão soberbo e arrogante (Dunga) só poderia transmitir aos jogadores a força para vencer um jogo fácil, não um jogo adverso. Para virar um jogo desses de hoje, seria necessário ter calma, paciência e talento....tudo o que o Dunga não tem.

Parabéns a Folha de São Paulo, o jornal profético. Agora quero ver quem vai pedir desculpas ao estagiário, afinal, ele estava certo ao publicar o anúncio, é uma pessoa de visão.

Não sobrou pedra sobre pedras, afinal, as pedras rolaram. O Rolling Stone Mick Jager foi ineficiente em sua torcida e não conseguiu alcançar satisfação, como outrora reclamava em sua canção. Mas vamos refletir, a culpa seria dele ou da Luciana Gimenez? Enquanto ela ganha uma pensão milionária, nós perdemos a Copa.

E a folga no trabalho na próxima terça-feira? Talvez seja o que vamos sentir mais falta, pois do futebol jogado pela seleção...Pois é, fica pra 2014.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Uma Odisséia Futebolística

Ontem foi um dia muuuito bom. Fui assistir ao jogo do Corinthians contra o Botafogo de Ribeirão Preto. Não era aqueeeele jogo, mas era uma ótima oportunidade, pois o jogo seria as 17 horas e o adversário era do interior, logo, muito mais tranquilo.

Fui acompanhado da Keila (@kmatsumora) e da Fuca (@retheodoro). Marquei de encontrá-las no metrô Clínicas, mas como eu moro mais perto, cheguei mais cedo. Enquanto eu aguardava as meninas, fui procurar saber como chegar no Estádio do Pacaembu, mas não foi necessário perguntar, era só seguir a passeata de corinthianos, que chegavam em centenas a cada metro que parava. Eu fiquei parado ao lado da bilheteria do metrô, olhando os trens que chegavam. Nisso, percebo que tem um cara de uns 2 metros de altura, vestido com a roupa da Gaviões da Fiel, olhando pra mim e sorrindo. Na hora, pensei que ele achava que me conhecia, mas percebi que ele olhava pra mim como se estivesse me paquerando. Ótimo, receber um flerte de um membro da torcida do Corinthians, horas antes do jogo, esperando as meninas. Dei a volta em um pilar para sair da mira do "viado da fiel".

As meninas chegaram, vamos para o estádio! Aproveitamos a multidão que seguia pelas calçadas para localizar o estádio, uma caminhada de uns 15 minutos até chegarmos, mas não foi este tempo que demoramos para chegar até a bilheteria. Como era um jogo tranquilo, deixamos para comprar os ingressos na hora do jogo...erramos feio. Depois de seguir a torcida até os muros do Pacaembu, começamos a procurar a fila que venderia os ingressos para o nosso setor. Passamos pela primeira bilheteria, mas não era ali. Continuamos andando para a segunda, e também não era ali. Resolvi perguntar para um orientador do estádio onde vendiam os nossos ingressos, e ele respondeu "É só descer a escada a esquerda", detalhe, ele disse isso apontando para a direita. Seguimos andando, descendo as escadas, chegando lá embaixo, perguntei de novo, e me mandaram subir outra escada. Estávamos exaustos, principalmente a Keila, que subia as escadas como se estivesse com um colar de 150 quilos...semi-morta.

Até que enfim, achamos a nossa filaaaa! O único problema é que ela era tão extensa quanto uma fila de banco em dia de pagamento. E para facilitar, só tinham 3 bilheterias atendendo, e ainda existia uma fila preferencial para idosos, que obviamente, levavam 6 horas para explicar o que eles queriam ali. Uns deles parecia que tava na fila do pão! Engaçado foi quando eu encontrei as meninas na fila e disse "A fila está enorme! Se duvidar, vamos entrar só no segundo tempo". Nisto, um pai que estava ao lado, com seu filho de uns 6 anos, tentava acalmar a criança , enquanto me olhava com reprovação, pois a mesma já estava preocupada em não entrar e ficou angustiada com a minha mensagem.

Graças a Deus, perceberam que a fila estava hediondamente grande, e resolveram abrir um outro guichê de atendimento, e por sorte nossa, era ao lado de onde nós estávamos. Desta forma, nossa posição na fila foi de milésimo para vigésimo. Algumas confusões, gente tentando furar a fila, gente dedurando para a polícia quem eram os "furões", polícia tirando os malandros da fila, bêbado ao meu lado falando "A gente fica na fila e os bróthi traz o combustível. Vai dizer que não?". A boca de boa parte da torcida se resumia a cheiro de cachaça, palavrões e poucos dentes.

Chegou a nosa hora de comprar os ingressos, ufa! Agora eu tinha mais um desafio, tentar comprar meia-entrada pra não precisar pagar 70 reais. Não adiantou, os critérios minunciosos da atendente e a falta de malandragem da Keila, fizeram que eu pagasse o valor integral. Ui...doeu! Mas ok, fazer o que, já estava ali e queria entrar logo. Pagamos, enquanto eu acalmava os ânimos da fila que me apressava ferozmente.

Ingressos na mão, corremos para a entrada do estádio, afinal, o jogo já havia começado há 10 minutos e existia uma certa euforia, o que nos fez pensar que o jogo estava delirante. Nessa adrenalina, a Keila chegou na porta, onde os policiais revistam os torcedores, colocando o terror no guardinha "Ai meu Deus, começou o jogo. Vai vai!" Sorte dela que o policial era cordial e ainda fez brincadeiras sobre o nosso atraso.

Aleluia! Entramos no estádio. Depois de uns 2 minutos de deslumbre com a imagem do jogo, sentamos e começamos a assistir.

Não foi um espetáculo futebolístico, teve seus lances emocionantes. O que mais nos chamava atenção era algumas particularidades da torcida. Muuuito xingamento! Palavrões e ofensas de todos os estilos, para diversos alvos e por diversos motivos. A primeira coisa que me chamou a atenção foi um grupo de meninos de uns 8 anos, todos uniformizados, como se fossem de alguma equipe. Logo no início do jogo, eles gritavam ao juíz:

"Juíz! Ladrão! Porrada é solução!"

Hehehe! Só de pensar que quando aquele juíz começou na carreira, aqueles meninos ainda usavam fraldas. Hoje, eles ameaçam o árbitro de agressão física, mesmo não tendo coordenação para segurar um saco de pipoca na mão.

Outro torcedor curioso era uma senhor de uns 36 anos que estava sentado na nossa frente. De sua boca jorravam ofensas aos jogadores, principalmente ao Alessandro e ao Ronaldo. As mais interessantes foram:

Ao Alessandro: "Vai sua SACOLA DE BOSTA!"
Ao Ronaldo: "Se mexe....seu BONECO DE NEVE!"

Hahaha! Além de xingar os jogadores com uma raiva fora do comum!

O juíz também foi alvo de um outro senhor, sentado duas fileiras atrás de nós. O xingamento dele foi mais pesado, o torcedor gritou ao juíz (que era negro): "Apita direito...macaco maldito". Achei muito bizarro aquilo, afinal, o cara estava usando um linguajar totalmente descriminatório. Mas se eu não me engano, ele também era negro, logo, ele se sentia seguro em ofender sua própria etnia com ofensas racistas.

O Corinthians fez um gol...o Botafogo também...nada demais. O jogo terminou empatado em 1 x 1 e fomos embora, um pouco desolados, mas felizes, afinal, aquela odisséia de comprar os ingressos, entrar no estádio, assistir o jogo e rir dos torcedores, tinha sido uma aventura e tanto.

Saímos do estádio, começamos a subir a Av. Pacaembu com destino ao metrô. Novamente, estamos seguindo uma multidão de torcedores. No meio do caminho, uma pequena confusão. Começa uma correria de uns 50 torcedores atrás de 2 garotos. Não conseguia entender o porque, mas fiquei alerta, pois tudo acontecia muito perto de onde estávamos. Eles conseguem alcançar os dois garotos, mas graças a Deus nada aconteceu. Detalhe, durante esta pequena confusão, a Fuca vem segurar no meu braço, meio que assustada com o que está acontecendo. Fez o certo, afinal, no meio de uma briga generalizada, eu seria a solução de todos os problemas. (Ironia Mode: ON)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Futébas

Assisti o jogo da seleção brasileira hoje. Foi bonito, convincente, valeu a pena ter acordado às 11 da manhã. Você deve estar pensando "Como assim seu vagabundo? Nesse horário eu já estava almoçando!". Pois é, azar o seu! E para o meu azar, eu ainda estou com conjutivite e não posso sair de casa, porque não quero espalhar minha doença. Falando assim, parece que eu estou com lepra.

Ontem a noite também teve um jogão de bola, Corinthians X Internacional. O meu querido time alvinegro ganhou de forma espetacular, 2 x 0 fora o baile. O obeso fez um gol (na corrida e no drible), o Feeeeeliiiiiiiiiiipe (como diria o Cléber Machado) fechou o gol, foi sucesso!
Outro jogador que teve presença brilhante foi o lateral esquerdo Marcelo Oliveira. Agora, uma curiosidade é que este jogador ficou muito tempo parado por causa de lesões, e, por uma infecção hospitalar, ele quase teve que amputar uma das pernas. A ironia deste fato é que, se ele tivesse amputado a perna, receberia o apelido de Saci, e quem estaria jogando ontem contra o Inter, seria o Wellington Saci. Que time folclórico!



Acabou agora pouco o jogo da Itália contra o Egito. Que surpresa, os egípcios ganharam de 1 x 0. O jogo foi horrível, a única emoção era ver o desespero dos jogadores, brigando sem motivo e gritando que nem loucos. A cena mais engraçada foi a do Gatuso, meio-campista da Itália, fazendo caretas e deboches para o banco egípcio. Hahahaha! O time dele estava perdendo, não conseguia fazer gol de jeito nenhum, e lá estava ele discutindo de forma infantil com os reservas e com o técnico do Egito. Gostaria muito de saber o que ele tava falando, pois ele falava gesticulando muito, aliás, parece que todo italiano é assim. Eles falam gritando, as vezes parece que estão cantando. Mesmo um "Bom Dia" para eles é diferente..."Boooooooooon Giooooooooornoooo". Mesmo não sabendo o que ele estava falando, imagino que seja algo do tipo: Muzzarelaaaaaaaaa....Porpetoooooooneeeee....Ravióóóóóóóliiiii"