quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

HOUSTON: Museu e Basquete!

Nesta terça-feira, fomos a um museu sobre a história natural do mundo. Não curti muito...tinha mais latino que oxigênio...me senti bem quando uma tchurminha achou que eu era inglês. Deve ter sido pelo meu sotaque e minha cara de fresco!

Um dos fatos mais engraçados da viagem até agora aconteceu na saída do museu. Eu estava em um carro com a Ana e minha família estava em outro carro. Saímos na frente, e o meu padrasto veio com o outro carro nos seguindo. Depois que saímos do estacionamento, viramos a direita, e para a nossa surpresa, o meu padrasto virou a esquerda. A Ana buzinou e gritou, fez o retorno no meio da rua alucinadamente, e foi atrás dele buzinando, dando luz alta e gritando. Percebemos que ele nem ligou, continuou dirigindo como se soubesse onde estava. Foi quando percebi que a cor do carro estava mais escura do que era antes, e desta forma percebi que não era o carro onde estava a minha família. Sim, estávamos buzinando e dando luz alta pra uma pessoa qualquer....rsrs....enquanto meu padrasto estava parado na frente do estacionamento do museu, perdido!




Após esta tarde estranha no museu, eis que chega a hora de uma das atividades mais esperadas por mim aqui nos EUA: o jogo de basquete do Houston Rockets. Foi sensacional! Eu já assisti jogos de futebol em estádios no Brasil, mas estrutura como esta que eu presenciei, nunca tinha visto. O ginásio é muito moderno, desde a entrada até os assentos, tudo feito para o perfeito conforto do público. Durante todo o jogo, há um narrador que interage com as pessoas, junto com músicas e brincadeiras. O intervalo é bem legal, tem vários shows e brincadeiras, quaaaaase peguei uma camiseta que foi atirada pelo mascote do Rockets. Seguem algumas fotos:






Entrada do Toyota Center, ginásio do Houston Rockets. O mais incrível é que não tem confusão, nem empurra-empurra....nem fila pra entrar tem.
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Torcida organizada do Houston Rockets. É bem diferente das organizadas dos times de futebol do Brasil, tinha até criança nesta torcida. No final do jogo, eles tem direito a entrar no vestiário para cumprimentar os jogadores.
. Este sou eu, todo pimpão, com uma Coca Cola, saindo do ginásio.


Exatamente agora (quinta-feira / 00h45) eu estou assistindo um comercial na televisão onde o Chuck Norris comenta sobre um produto chamado Total Gym. Eu acho que foi a primeira vez que ouvi a voz real do Chuck!

HOUSTON: Vizinhança e Casa

Continuando minha resenha...chegamos aqui na casa da Ana Paula e do Marcelo. Sensacional! A casa é enorme, e bem no tipo daquelas casas de filme, que não tem portão sabe. Aliás, toda a vizinhança é assim.

Assim que chegamos, tomamos um super café da manhã. Comi como se estivesse almoçando! Logo após, alguns foram descansar, eu fui dar um rolêzinho pela vizinhança para ver como é que era. Nooooooooooossa que frio! Eu acabei presenciando algumas coisas interessantes, como um vôo lindo de pássaros bem próximo do chão....devia ter uns 500 pássaros, sem brincadeira. O legal daqui é que o terrreno é todo plano, então você consegue visualizar a natureza de uma forma mais 3D do que em São Paulo. Bom, depois disto voltei pra casa e fiquei assistindo televisão. Aliás, os programas e propagandas daqui são feitos todos para crianças e retardados....tudo muito colorido, com letras grandes e espalhafatosas, sempre com uma conversa idiota. Aqui nos EUA, as empresas podem falar e mostrar a concorrente nas propagandas, então, imagina a guerra que é. Eu tava assistindo uma propaganda de uma empresa de telefonia, que mostrava a sua concorrente como uma montanha de legos, logo depois, aparecia um cara enorme que destruía a montanha inteira.

Quando eram 6h da tarde, o Marcelo chegou do trabalho, comprou umas pizzas, e ficamos comendo e bebendo na sala, enquanto assistíamos um jogo da NFL. Muito bom, eu devo ter tomado uns 8 litros de coca-cola. Em um dos intervalos do jogo, fomos ao quintal jogar basquete. Como em todas as casas da vizinhança, aqui tem uma cesta de basquete na entrada da casa. Jogamos um tempinho, depois entramos, pois tava muito frio.

Isto tudo foi na segunda-feira, fomos dormir e acordamos na terça-feira empolgados, pois era dia de jogo do Houston Rockets. Logo mais postarei sobre o jogo!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

HOUSTON: Embarque e Desembarque

Começa agora a minha jornada de textos no blog sobre minha viagem a Houston, no Texas.

Primeira parte: EMBARQUE E DESEMBARQUE

Meu vôo estava marcado para as 23h do domingo, por isto, chegamos as 20:30 para fazer tudo em tempo, sem pressa. Graças a Deus, tudo ocorreu muito bem, um pouco de fila, mas nada demais. Fizemos checkin, passamos pela polícia federal, e ficamos nem 1 hora na área de embarque e free shop, embarcamos rapidão.

Como minha passagem foi comprada por último, eu ia viajar separado de minha família, eu só sabia que ia viajar na janelinha, mas quem ia ao meu lado, só Deus sabia. Logo que achei meu lugar, fiquei tranqüilo, percebi que não era nenhum gigante que pudesse me deixar desconfortável, era um cara normal. Bom, normal talvez não seja a palavra certa, em 5 minutos de vôo o cara já tava dormindo, e detalhe, ele se cobriu por inteiro com o cobertor do avião, dos pés a cabeça. Além disto, eu fiz duas perguntas pra ele: “Oi, tudo bem?” e “Você tem horas?” e ele nem respondeu, olhou pra mim e fez cara de paisagem. Até pensei que ele não falasse a minha língua, mas depois ouvi ele conversando com a comissária em português...ele não foi com minha cara mesmo.

Bom, estou eu lá, na minha janelinha, sem absolutamente nada pra fazer, pois estava viajando de madrugada, então a janela perdeu totalmente o seu valor. Ainda mais quando fiquei com vontade de ir ao banheiro fazer um pipizinho, e olho para o lado e está lá o doido, todo coberto, parecendo um defunto. Tentei chamar a atenção dele para avisar que eu queria sair para ir ao banheiro, mas ele não me percebia, ou fazia de conta que não percebia. Bati no joelho dele, no ombro, cheguei até a dar uma chacoalhada em sua cabeça, mas ele nem se movia. Eu, apertado como estava, tive que arranjar um jeito diplomático de sair de lá, sem berrar no ouvido do cara “Acordaaaaa desgraçado!”. A minha única opção era sair por cima dele, e foi o que fiz, em uma manobra meio Cirque du Soleil, pulei o indíviduo, e quase fui parar no colo de uma senhora de 300 anos que estava na outra fileira. Imagina o susto da velha, acordando com um animal de 24 anos caindo em cima de sua cabeça. Fui ao banheiro, sem nenhum alarde, voltei para o meu lugar, e novamente tive que pular o defunto. Tava parecendo um episódio do Mr. Bean no avião.

Depois disto, foi tudo tranqüilo, não consegui dormir muito durante o vôo, acho que tomei muita coca-cola, sei lá. Ainda bem que o café era horrível (parece que pegaram 1 litro de água e colocaram 2 grãos de café...super fraco!), pois se o café tivesse bom, não teria dormido nenhum segundo.

Chegamos bem, sem nenhum agravante, graças a Deus. O aeroporto de Houston estava completamente vazio, pois eram 6h da manhã. Passamos pela imigração, onde consegui dar algumas risadas com o desespero da minha mãe olhando para a cara do oficial enquanto ele fazia perguntas para ela e ela não entendia nada! Mas até que ela se virou bem! Encontramos a Ana, dona da casa onde estamos agora, e fomos buscar o carro que alugamos em São Paulo. Quando saímos do aeroporto, nos deparamos com quase 0 graus. Estava de matar, e minha irmã estava sem casaco, por um problema de comunicação. Lá vai eu entregar a minha jaqueta pra ela, e ficar só de camiseta. Até entrar no carro, passei um dos maiores frios da minha vida, me senti aquelas carnes que ficam penduradas no frigorífico. Não estava nevando e nem chovendo, ao contrário, tava até fazendo sol...que só iluminava, e nada esquentava.

Pegamos o carro, que aliás, é maravilhoso, e fomos para a casa da Ana. No caminho, fui reparando nos carros, todos gigantescos e luxuosos. Parece que não existe pobre aqui, mas na verdade, muitos dos carros grandes e luxuosos que eu vi, eram de pessoas consideradas “classe média/baixa”. Bom, por enquanto é isto. A cidade parece ser muito legal, hoje (terça-feira) a noite vamos assistir um jogo de basquete do Houston Rockets, estou bem empolgado por isto. Logo escreverei mais, espero que coisas boas.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

2010: Here We Go!

Pessoas, não tenho nada para postar no blog. Talvez eu deva agradecer a Deus por isto, pois quase sempre que eu tenho algo pra postar, é uma odisséia de problemas. Rsrs!

Gostaria de desejar um bom período de festas para todos. Por favor, não façam besteiras. Eu sei que o final do ano dá aquela vontade de fazer umas loucuras, beber além do limite, comemorar sem pensar em mais nada. Mas lembre-se, depois do dia 31 de dezembro, tem o dia 1 de janeiro, 2, 3, 4...a vida continua. Por isto, aproveite sua vida durante o ano inteiro, não vivam a ilusão de que não houve diversão o suficiente no ano, e, por isto, vale a pena se acabar em dezembro. Não se esqueça que este é um dos motivos pelo grande número de acidentes nas estradas, afogamentos na praia, brigas nas ruas, durante todo o final de ano.

Se eu posso te desejar algo de bom, creio que não direi "Que os seus desejos se realizem", pois talvez você esteja desejando algo que não será o melhor para a sua vida. O que eu posso pedir para você, sem dúvida de que dará certo, é a vontade de Deus. Esta nunca falhará. Agora, se você não crê em Deus, daí talvez fique difícil de compreender. Bom, espero que você pelo menos conheça a Deus, para saber quem Ele é e qual é a vontade dEle. Eu tenho vivido isto, e posso dizer: É MUITO BOM!

Eu só voltarei a escrever no blog depois do dia 8 de janeiro, pois estarei viajando até lá.

Feliz Natal! Deus te abençoe!
Espero que o seu ano comece muito bem, com muitas conquistas e felicidade!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Eu, o Carro, a Chuva e as Risadas!

As vezes fico pensando que não tenho muito o que escrever no blog, é quando acontece algo em meu dia que penso "Tenho que compartilhar isto". Tudo bem que geralmente é algum problema, mas tá valendo mesmo assim. Como diria o ídolo da minha prima @retheodoro, "O tempo na pára!"
Bom, o carro foi parar na oficina mais uma vez, só que agora nós cansamos de pagar fortunas para consertá-lo, então o carro foi vendido. Como eu o tinha deixado em uma oficina no ABC, tinha que buscá-lo, lavá-lo e acabastecê-lo, pois o rapaz que comprou passaria em casa hoje de manhã para levar o carro embora.

Então fui ontem buscar o carro, saí de casa umas 4h da tarde, acabei pegando muito trânsito e cheguei meio em cima da hora (a oficina fechava as 6h da tarde). Tinha combinado com meu primo de encontrá-lo no escritório para ele me levar até a oficina. Quando cheguei, reparei que o carro dele não estava estacionado na frente do prédio, logo pensei "Legal, o corno esqueceu". Como estou sem celular, toca eu procurar um orelhão para ligar para ele. Como não consegui contato, pedi para que minha mãe falasse com meu primo, e desta forma, descobri que o carro que estava com o pai dele tinha quebrado, e o coitado apenas tinha ido socorrer meu tio com o carro dele. (Quando falo primo, é de sangue, porque de coração, ele é irmão!)

E agora? Olho para a minha carteira, que anda tão vazia quanto estômago de queniano, e vejo que tenho dinheiro suficiente para tomar um taxi até a oficina, pois eu lembrava que era perto. Então peguei o taxi, e realmente foi muito rápido. Mas como a vida não é fácil, o taxista (motoboy que dirige carro), me disse que ele tinha atravessado a linha de dois municípios, por isto, ficaria mais caro. Para não discutir, paguei e sai do bom e velho Uno branco. O mecânico estava me esperando, com a oficina já fechada, e com o carro do lado de fora. Então agradeci a atenção, peguei o auto e fui embora.

Estava me dirigindo para a casa do meu pai, meio perdido, pois não sabia muito bem onde eu estava. Foi quando, depois de virar umas duas esquinas, sinto que o carro está gaguejando. Quem disse que ele tinha 1ml de gasolina? O carro apagou, fiquei sem gasolina, em uma rua estreita, na subida, embaixo de uma garoa que ameaçava virar dilúvio. Ligo o pisca-alerta, que deveria se chamar "Calma Aeee Animais!!". Saí do carro e fiquei pensando no que eu poderia fazer. Graças a Deus era uma rua que não passava muitos carros, mas sempre tinha um ou dois passando. E todos que passavam buzinavam, quando não me xingavam.

Vejo uma calçada meio rebaixada e penso que seria um bom lugar para deixar o carro sem atrapalhar o trânsito. Olho para a calçada e tinha umas pessoas olhando para mim, eu olhei para elas, no fundo dos olhos, com a maior cara de dó, pra ver se eles me ajudavam, mas apenas recebi um "Éééé...tá cumplicadu hein fio!". Obrigado por nada!

Já que eu não ia ter ajuda mesmo, comecei a empurrar o carro sozinho, tendo ainda que girar o voltante, que quase saiu na minha mão. Agora, o mais legal foram as pessoas na calçada, que não prestaram socorro a minha pessoa, dizendo o que eu deveria fazer:

Idiota nº1: "Esterce querido, esterce tudo"
Idiota nº2: "Olha a roda! Olha a roda no meio fio"
Iditoa nº3: "Era melhor ir de ré"

Eles estavam se sentindo os "técnicos de futebol", passando estratégias e dando bronca. Mas não tem problema, ajuda quem quer, e atrapalha quem quer.

Depois de colocar o carro na calçada, fui correndo até um posto de gasolina, comprei uma daquelas sacolinhas cheias de gasolina e voltei correndo pra abastecer o carro. Aliás, foi tão complicado quanto colocar o carro na calçada. Tava com mó medo de soltar aquele saco no chão, ou então derramar gasolina em algum lugar que não pudesse. Mas, depois de uns 3 minutinhos, eu já tinha esvaziado o saco, o qual eu queria usar para sufocar um velho que continuava me dando dicas de como abastecer melhor: "Segura mais embaixo...vai derramar"

Graças a Deus, deu tudo certo, peguei o carro e fui pra casa do meu pai. Lá, lembrei que tinha que levar o carro lavado para São Paulo. Então peguei mangueira, balde, sabão e esponja e fui lavar o bendito. A única observação é que estava garoando meio forte, mas como garoa não tiraria a sujeira, apenas molharia o carro, continuei minha empreitada, apenas de bermuda, lavando o carro na chuva. Pode-se dizer que estava chovendo no molhado, literalmente.

Como não podia faltar, uma vizinha do meu pai tava chegando em casa naquela hora com toda a família, e todos olhavam de dentro do carro, fazendo mó cara de estranhismo, imagino eu, pensando quanto idiota eu era! Ficaram me encarando por alguns 40 segundos, e ainda disseram: "Tá lavando o carro né?". Pensa no que eu pensei em responder:

"Não, não...ele que tá me lavando!"
"Magina, só to competindo com Deus para ver quem molha mais o meu carro"
"Não to lavando não, eu to batizando ele."

Mas eu respondi: "Ééé...to sim!"

Terminado de lavar o carro, entrei pra dentro da casa do meu pai, com medo de ter pegado uma gripe, mas feliz, pois, por mais que tenham sido as dificuldades, tudo tinha passado, e agora havia motivos para rir, e, quem sabe, fazer outros rirem com minha história também.




Coloquei 3 músicas no blog, elas falam sobre duas coisas que não saem da minha cabeça: tentar sorrir sempre e chuva (por causa de ontem).

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

I'm No Superman

Como a maioria sabe, eu sou cristão, ou seja, sigo a Cristo, não coloco dinheiro na cueca e nem na meia. Pois então, eu sinto que as pessoas acham que por causa da minha espiritualidade, eu não fico bravo, ou triste, ou chateado, ou enfermo, ou milhões de outras coisas. Eu ainda sou humano!

Esses dias ouvi um rapazote dizendo "Noooossa...isso tudo e ele ainda é cristão", comentando sobre um escândalo envolvendo um "irmão". Pois é minha gente, humanos são humanos, do pó viemos, ao pó voltaremos. A única diferença é que eu penso que, após voltar ao pó, terei uma vida melhor no céu, onde viverei com Jesus.

Então, saibam que se me virem triste, chateado, deprimido, nervoso, emburrado, com medo ou com dúvida, é normal. Eu não sou e nem pretendo ser Deus.

Momento Sensibilidade: Cutie Cat!

Eu nunca fui muuuito fã de gatos, mas este aqui eu queria muito!

Se você está muito travado, precisando de um pouco de sensibilidade, este vídeo pode te ajudar. Não tem como você assistir e não dar leves sorrisos. Se você não sorrir, vai fazer yoga, massoterapia ou tomar lexotan, porque você tá levando a vida muito a sério!